Nós criamos e criámos a crise. Cada vez mais me convenço disto. Podemos sempre dizer que que os nossos políticos nos conduziram a tal, que fomos enganados por eles, iludidos por falsas promessas feitas por senhores sem escrúpulos. A verdade é que estes mesmos senhores fazem parte da nossa democracia há muitos anos. Há muitos anos que vemos telejornais e jornais e continuam-nos a queixar também cada vez mais. E também a desculpar-nos cada vez mais com estes senhores.
A verdade, é que nós criámos e criamos a crise em que vivemos. Estamos num país, em que infelizmente congratulamos-nos quando enganamos o próximo.
Vivemos o medo diário que nos tirem o nosso lugar e ficamos aliviados quando temos perante nós "miúdos acabados de sair da faculdade" a saberem mais do que nós, mas recusamos-lhes dar um emprego com medo que nos tirem o nosso lugar. Vivemos num egoísmo tão grande que não olhamos a meios para pisar o que nos aparece à frente....é triste mas cada vez mais é o que acontece.
Temos governos que têm políticas de incentivo ao emprego jovem, incitando e apoiando estágios profissionais renumerados em mais de metade do seu valor, podendo (e até devendo, talvez) as empresas promotoras apoiarem um pouco mais o estagiário, mas ao invés, assiste-se a uma triste realidade de não pagamento a horas do ordenado. Nem sequer ajuda para o transporte há (se bem que não há também uma obrigação), obrigando mensalmente o estagiário andar a contar os trocos, na esperança vã de chegar ao final do mês e poder colocar "algum de parte".
Não pretendendo fazer ninguém de vítima, nesta selva ou nos tornamos também predadores ou irremediavelmente somos a caça e temos de aprender a ser tão ou mais "ciganos" de quem nos tenta enganar e chegamos então a um ciclo vicioso. Um ciclo, que só tomamos consciência dele quando nos colocamos de fora (ou vamos até para fora de Portugal) e conseguimos ver o que se passa cá dentro.
É com tristeza, que vemos que assim é mais difícil percorrer o caminho e fica também fácil de perceber que como é que países mais pequenos e também maiores que nós enriquecem e atingem um nível de democracia que, muito provavelmente vamos demorar a chegar lá. Ficamos todos de boca aberta e demonstramos a nossa admiração quando ouvimos falar dos Estados Unidos da América, Holanda e até Luxemburgo, catalogando-os de países ricos e de alguma forma inacessíveis. Enquanto formos na "cantiga" de pessoas que admitem que aumentam a nossa performance, que nos pagam muito bem e na verdade não pagam, que somos capazes de tudo e na verdade, eles próprios, não passam de abutres a tentar caçar mortos (nós mesmos), não conseguiremos avançar e "passar de nível", como há uns anos atrás ouvi um amigo chamar-lhe, e ir mais além.
As oportunidades claro que estão aí, mas as armadilhas são deveras maiores para pessoas que simplesmente querem singrar e "passar de nível". Nada é impossível e claro não pretendendo de alguma forma apontar o dedo a alguém ou algo, enquanto não formos fortes psicologicamente, não continuarmos a lutar para mudar, Portugal não avançará. É urgente continuar a lutar, é urgente continuar a procurar e ainda mais urgente ignorar todos os que nos querem enganar, aproveitar-se de nós como um número que se converte em dinheiro para eles....é urgente sonhar!
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
sábado, 4 de janeiro de 2014
Vender
Tal como todas as potentes armas que existem à nossa disposição na vida, na arte das vendas também dispomos de armas para atingir o nosso objetivo. A diferença que existe entre os comerciais de hoje em dia, é se as usamos para proveito próprio ou proveito do próximo.
E quando hoje em dia enfrentamos um comercial, gera-se quase instintivamente um pensamento de que "lá está este artista a tentar enganar-me...", ou "lá vem este artista com a lábia toda". E devido a essas más experiências ao longo do tempo, a imagem dos comerciais ficou por um lado manchada e por outro, pior ainda, catalogada. Mas na realidade não é assim e sobretudo não tem de ser assim. É aqui que difere um comercial normal dos campeões.
Eu já passei pelas duas situações. Quando iniciei a minha atividade comercial, ou pelo menos, tomei mais ou menos noção do que era ser comercial, achava um piadão "dar a volta a alguém" e levar a minha ideia a avante. E fazia-o a toda a hora: em casa, fora de casa, com amigos e pior...no meu trabalho. E até tinha jeito, segundo muitas pessoas me diziam. Felizmente tomei noção da minha situação a tempo. Um comercial não tem e sobretudo não deve dar a volta a ninguém! Um comercial tem sobretudo de escutar com interesse e analisar de que forma pode servir alguém! A atividade comercial não pode passar por perguntarmos-nos como é que eu me posso servir mas como posso servir alguém. Até parece demagógico o que acabei de escrever mas eu acredito e faço isso, cada vez mais!
A velha imagem de que um comercial tem de falar, falar, falar, até se cansar ou até o cliente o parar, não é mais que uma ideia errada que infelizmente ficou cristalizada na mente de muitos nós. Um comercial deve escutar 80% do tempo e falar não mais que 20% do que dispõe. Falando mais que 20% do tempo, já está de fato a meter os pés pelas mãos.
Imaginem que saem à noite com um grupo de amigos. E imaginem que esses amigos encontram outros amigos ao bar que vão e lhe apresentam. Se dentro desse grupo se encontrar uma pessoa que não para de falar e diz "Eu isto...", "Eu aquilo..."...em 10 minutos garanto-lhes que vão pedir uma bebida e desaparecer...Pelo contrário se tiverem na vossa frente uma pessoa que lhes escute atentamente e lhes faça perguntas interessantes, ficam a falar a noite toda.
A conclusão é simples. Vender sim, manipular não! E é pena que muitas empresas hoje em dia, utilizem os seus comerciais para manipular e manipula-os nesse sentido, o que faz estragar o mercado e no final o nosso mercado em vez de acrescentar valor, apresenta-se somente como um grupo de chico-espertos a tentar manipular o próximo, o que não são tão poucos como pensamos. Eu passei por isso, manipulei e fui manipulado, e espero hoje em dia não seguir esse caminho nunca mais. Aprendi e por isso cresci.
E quando hoje em dia enfrentamos um comercial, gera-se quase instintivamente um pensamento de que "lá está este artista a tentar enganar-me...", ou "lá vem este artista com a lábia toda". E devido a essas más experiências ao longo do tempo, a imagem dos comerciais ficou por um lado manchada e por outro, pior ainda, catalogada. Mas na realidade não é assim e sobretudo não tem de ser assim. É aqui que difere um comercial normal dos campeões.
Eu já passei pelas duas situações. Quando iniciei a minha atividade comercial, ou pelo menos, tomei mais ou menos noção do que era ser comercial, achava um piadão "dar a volta a alguém" e levar a minha ideia a avante. E fazia-o a toda a hora: em casa, fora de casa, com amigos e pior...no meu trabalho. E até tinha jeito, segundo muitas pessoas me diziam. Felizmente tomei noção da minha situação a tempo. Um comercial não tem e sobretudo não deve dar a volta a ninguém! Um comercial tem sobretudo de escutar com interesse e analisar de que forma pode servir alguém! A atividade comercial não pode passar por perguntarmos-nos como é que eu me posso servir mas como posso servir alguém. Até parece demagógico o que acabei de escrever mas eu acredito e faço isso, cada vez mais!
A velha imagem de que um comercial tem de falar, falar, falar, até se cansar ou até o cliente o parar, não é mais que uma ideia errada que infelizmente ficou cristalizada na mente de muitos nós. Um comercial deve escutar 80% do tempo e falar não mais que 20% do que dispõe. Falando mais que 20% do tempo, já está de fato a meter os pés pelas mãos.
Imaginem que saem à noite com um grupo de amigos. E imaginem que esses amigos encontram outros amigos ao bar que vão e lhe apresentam. Se dentro desse grupo se encontrar uma pessoa que não para de falar e diz "Eu isto...", "Eu aquilo..."...em 10 minutos garanto-lhes que vão pedir uma bebida e desaparecer...Pelo contrário se tiverem na vossa frente uma pessoa que lhes escute atentamente e lhes faça perguntas interessantes, ficam a falar a noite toda.
A conclusão é simples. Vender sim, manipular não! E é pena que muitas empresas hoje em dia, utilizem os seus comerciais para manipular e manipula-os nesse sentido, o que faz estragar o mercado e no final o nosso mercado em vez de acrescentar valor, apresenta-se somente como um grupo de chico-espertos a tentar manipular o próximo, o que não são tão poucos como pensamos. Eu passei por isso, manipulei e fui manipulado, e espero hoje em dia não seguir esse caminho nunca mais. Aprendi e por isso cresci.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
A minha retrospetiva de 2013
2013 foi sem dúvida um ano de crescimento. Mais de crescimento e de decisões do que outra coisa qualquer. Foi um ano em que fui testado, 100% testado mas que concluo que ainda tenho de aprender.
Tenho de aprender a resistir, tenho de aprender a lidar com a injustiça, tenho de aprender a lidar que não há culpa ou culpados e tenho sobretudo de aumentar o meu poder de "encaixe".
Foi sem dúvida um ano em que profissionalmente cresci 200%, e em que um dos meus mentores me desiludiu, mostrando uma face que de fato não estava à espera. Foi um ano em que interiormente penso que me tentaram manipular mas que eu consegui segurar (o que é bastante positivo para mim) e foi um ano em que sobretudo pus à prova os meus princípios de amizade e de amor. Se ainda há coisas que me aconteceram e eu não compreendo o porque de se ter agido assim (pois não há lógica), também não deixa de ser verdade que a capacidade de ser bem sucedido passa por sabermos seguir em frente e deixar o passado onde ele está. Não interessa o que de mal possamos ter feito ontem mas sim como vamos mudar hoje para que seja melhor amanhã.
Considero que tenha sido um vencedor, porque provei que apesar de todas as dificuldades eu consigo, apesar de todos os obstáculos colocados em frente, estes foram suplantados, apesar de todos os desejos do não amor, o meu amor ficou mostrado e sobretudo amado. Apesar de tudo mostrei a minha atitude e somente o fato de a tê-la fico agradecido. E quando o agradecimento é nobre e humilde, considero que tenha evoluído.
O ano de 2014 não vai ser fácil para mim. Vou enfrentar novos desafios e todos os pontos supracitados vão ser ao máximo testados, donde hoje começo pelo meu otimismo que a minha atitude será superior para passar todos os testes que os 10% do que me vai acontecer tenham a melhor resposta do 90% de que eu tenho poder em decidir e sobretudo agir!
Escolhi este dia para fechar o meu ano de 2013 não pelo simbolismo que apresenta mas porque coincidiu com o dia em que eu consegui enterrar os meus antigos fantasmas e seguir em frente. Foi o dia em que conclui que não tenho que estar triste, mas sim agradecido, pela experiência que tive no plano pessoal e profissional e esta é senão a hora de provar o que disse: que cresci. E isso não se mostra com palavras, mostra-se com atitude e ação! O ano de 2014 será o meu ano de atitude e ação, o meu ano UAU! Afinal, a nossa vida é 10% do que nos acontece e 90% como nós próprios reagimos a isso. Um sensacional 2014 para todos vós cheio de atitude e ação.
Tenho de aprender a resistir, tenho de aprender a lidar com a injustiça, tenho de aprender a lidar que não há culpa ou culpados e tenho sobretudo de aumentar o meu poder de "encaixe".
Foi sem dúvida um ano em que profissionalmente cresci 200%, e em que um dos meus mentores me desiludiu, mostrando uma face que de fato não estava à espera. Foi um ano em que interiormente penso que me tentaram manipular mas que eu consegui segurar (o que é bastante positivo para mim) e foi um ano em que sobretudo pus à prova os meus princípios de amizade e de amor. Se ainda há coisas que me aconteceram e eu não compreendo o porque de se ter agido assim (pois não há lógica), também não deixa de ser verdade que a capacidade de ser bem sucedido passa por sabermos seguir em frente e deixar o passado onde ele está. Não interessa o que de mal possamos ter feito ontem mas sim como vamos mudar hoje para que seja melhor amanhã.
Considero que tenha sido um vencedor, porque provei que apesar de todas as dificuldades eu consigo, apesar de todos os obstáculos colocados em frente, estes foram suplantados, apesar de todos os desejos do não amor, o meu amor ficou mostrado e sobretudo amado. Apesar de tudo mostrei a minha atitude e somente o fato de a tê-la fico agradecido. E quando o agradecimento é nobre e humilde, considero que tenha evoluído.
O ano de 2014 não vai ser fácil para mim. Vou enfrentar novos desafios e todos os pontos supracitados vão ser ao máximo testados, donde hoje começo pelo meu otimismo que a minha atitude será superior para passar todos os testes que os 10% do que me vai acontecer tenham a melhor resposta do 90% de que eu tenho poder em decidir e sobretudo agir!
Escolhi este dia para fechar o meu ano de 2013 não pelo simbolismo que apresenta mas porque coincidiu com o dia em que eu consegui enterrar os meus antigos fantasmas e seguir em frente. Foi o dia em que conclui que não tenho que estar triste, mas sim agradecido, pela experiência que tive no plano pessoal e profissional e esta é senão a hora de provar o que disse: que cresci. E isso não se mostra com palavras, mostra-se com atitude e ação! O ano de 2014 será o meu ano de atitude e ação, o meu ano UAU! Afinal, a nossa vida é 10% do que nos acontece e 90% como nós próprios reagimos a isso. Um sensacional 2014 para todos vós cheio de atitude e ação.
domingo, 8 de julho de 2012
Fé
O que será ter fé? Será acreditar num Deus que não vemos independentemente dos dogmas que lhe regem? Será acreditar cegamente numa religião exortada por um grupo de pessoas que nos indicam o que é o bem do mal?
Eu não penso assim. Eu aprendi até muito recentemente que a fé é o principal químico da mente. Eu confesso que quando pensava em fé, pensava em religião e confesso que como quase toda a maioria de todos nós, quando meditava sobre a minha fé, falava para alguém que nunca vi, não conheço, mas sim...que acredito. Até para falar com o nosso Deus é claro, necessário ter fé.
Mas fé vi muito para além disso que acabei de escrever. Aprendi que a emoção da fé quando misturada com a do amor e do sexo são as mais poderosas dentro das principais emoções positivas.
A fé é um estado de espírito que pode ser induzido ou criado através da repetiçao de instruções para o nosso subconsciente através da auto-sugestão. Esta repetição de afirmação equivale a dar ordens ao nosso subconsciente de que conseguimos realmente realizar algo (crença infinita de que se consegue realizar algo).
E posso-vos dizer que é algo maravilho. Não basta dizer "eu tenho vontade de.." ou "eu quero que isto..." temos realmente de o sentir e movimentar toda a nossa acção para o que queremos, aliado claro está ao nosso estado de fé. Um homem movimentado pela fé é imparável, e embora actualmente ando um pouco mais cansado do que o normal, não deixo de ter fé naquilo que pretendo conseguir para mim.
Por isso, aconselho-vos a não desistir, até porque desistir é falhar e...olhem para trás, olhem para o que a humanidade construiu até hoje e digam-me o que faríamos se não tivéssemos fé...?
Eu não penso assim. Eu aprendi até muito recentemente que a fé é o principal químico da mente. Eu confesso que quando pensava em fé, pensava em religião e confesso que como quase toda a maioria de todos nós, quando meditava sobre a minha fé, falava para alguém que nunca vi, não conheço, mas sim...que acredito. Até para falar com o nosso Deus é claro, necessário ter fé.
Mas fé vi muito para além disso que acabei de escrever. Aprendi que a emoção da fé quando misturada com a do amor e do sexo são as mais poderosas dentro das principais emoções positivas.
A fé é um estado de espírito que pode ser induzido ou criado através da repetiçao de instruções para o nosso subconsciente através da auto-sugestão. Esta repetição de afirmação equivale a dar ordens ao nosso subconsciente de que conseguimos realmente realizar algo (crença infinita de que se consegue realizar algo).
E posso-vos dizer que é algo maravilho. Não basta dizer "eu tenho vontade de.." ou "eu quero que isto..." temos realmente de o sentir e movimentar toda a nossa acção para o que queremos, aliado claro está ao nosso estado de fé. Um homem movimentado pela fé é imparável, e embora actualmente ando um pouco mais cansado do que o normal, não deixo de ter fé naquilo que pretendo conseguir para mim.
Por isso, aconselho-vos a não desistir, até porque desistir é falhar e...olhem para trás, olhem para o que a humanidade construiu até hoje e digam-me o que faríamos se não tivéssemos fé...?
terça-feira, 13 de março de 2012
Ego: ter ou não ter...?eis a questão
Actualmente e de uma forma muito genérica, quando falamos em ego tendemos sempre a conotar como algo de negativo. Tentei pensar um pouco mais sobre este assunto.
De facto quando penso cada vez mais sobre este assunto, tenho pena de até agora, não ter sido um pouco mais egocêntrico. Por favor, não me interpretem mal, mas se pensarmos um pouco "ter o nosso ego" e acreditar nele, por vezes beneficia-nos e muito. Eu passei a não interpretar o ego como algo negativo, mas sim com uma ajuda para ter o meu auto-domínio. Um ego forte ajuda-nos a ter motivação a ambição e serve com certeza de armadura para não nos ressentirmos de rejeições ríspidas e contínuas.
Tal ambição e motivação dão-nos total à vontade para a tomada de decisões e sobretudo eloquência e alavacagem para a acção. O pior que podemos ter ou ser é indecisos. A indecisão impede-nos de avançar, e pior, faz-nos ficar exactamente no mesmo lugar onde nos encontramos. Assim, uma coisa é certa: não evoluímos! Sinceramente e quando penso em rigor, o que nos leva exactamente a dizer que uma pessoa é egocentrista? Será que dizemos isso porque na realidade a pessoa é uma verdadeira gabarolas ou porque não paramos para pensar, analisar e perceber o que essa pessoa pretende transmitir com o seu "egocentrismo"?
Fica mais fácil chamar egocêntrico ao vizinho do lado porque a sociedade assim o diz para a fazer. Não concordo. Obviamente que já me deparei com verdadeiros gabarolas, mas nesses casos parei para pensar e (menos mal) esta experiência de "gaborolice" em relação a certas pessoas repetiu-se ao longo do tempo, o que significa que se por um lado que esse egocentrismo se confirmou, mas por outro, que pelo menos essa pessoa tem um domínio implacável sobre si mesmo.
Contudo, penso que para o nosso ego, uma boa dose de humildade ajuda e muito a equilibrar as coisas. Claro que isto tudo, deverá sempre ter um background de auto - reflexão. Pensar e criticar a nossa postura, o nosso ego, é aconselhável, mas nunca colocando de parte aquilo que realmente acreditamos em nós.
Acredito e está provado que pessoas de sucesso têm um elevado domínio sobre si próprios, significando isso que têm um ego elevado, suficiente para lhes conduzir onde pretendem chegar: ao mais alto nível. Erros teremos sempre que passar por eles, mas o que nos distingue é a forma aprendemos com eles e seguimos em frente.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Recursos mentais
Todos os resultados que obtemos durante a nossa vida, depende directa e imediatamente da forma como utilizamos os nossos recursos mentais. Há cerca de dois anos para cá ando a tentar incansavelmente modificar a minha forma de pensar e naturalmente de actuar sobre tudo em que toco, desde relações humanas até ao simples trabalho em casa.
O que nós acabamos por fazer (sobretudo diariamente) é reflexo da imagem que projectamos de nós próprios para o mundo exterior. Por isso aprendi que se não nos sentimos bem com alguma coisa de nós próprios, temos que ser nós a mudá-la, decidir assumir o controlo sobre nós e aproximar(ou reprogramar) para a nossa idealização.
Aprendi contudo, que aquilo que faz a verdadeira diferença no nosso desempenho individual é a nossa atitude. Esta atitude resultará das nossas expectativas. Do que esperamos de nós próprios. As expectativas por sua vez resultado do que temos interiormente dado como verdadeiro, ou seja as nossas convicções.
Eu sou apologista convicto que quando não estamos satisfeitos com algum ponto integrante da nossa vida, devemos ser de facto nós a mudar e não esperar que algo maravilhoso (tipo Euromilhões) nos aconteça, sentadinhos na nossa cadeira junto à lareira. Não estando satisfeitos com algo, temos que estar dispostos a pagar o respectivo preço de querer atingir algo melhor. Naturalmente temos que estar predispostos a pagar algum preço, pois nada nos é dado de graça. Esse preço, é pago em esforço, disciplina, compromisso e todas as coisas que nos façam tornar cada vez melhores. Se, pelo contrário o preço a pagar centra-se em terrenos como falta de integridade e não respeitar os nossos princípios e passar por cima dos outros, então não me parece uma boa opção. Até nisto temos a possibilidade de poder escolher....
Devemos então começar por reconhecer honestamente que temos à nossa disposição tudo o que é necessário para atingirmos aquilo a que nos propomos. Temos ainda que reconhecer e estar preparado para podermos interpretar os resultados que possam ser menos bons, não como um fracasso, mas como um feedback e tentar melhorar posteriormente a nossa abordagem ao assunto em questão.
Como diz Zig Ziglar: "O ontem acabou na noite passada e o que é importante não é onde se começa, mas onde se chega."
Como isto que vos partilho, aprendi directamente de Paulo de Vilhena, um dos meus principais mentores, gostaria de acabar com uma frase dele: "A única forma de falhar é desistindo!"
O que nós acabamos por fazer (sobretudo diariamente) é reflexo da imagem que projectamos de nós próprios para o mundo exterior. Por isso aprendi que se não nos sentimos bem com alguma coisa de nós próprios, temos que ser nós a mudá-la, decidir assumir o controlo sobre nós e aproximar(ou reprogramar) para a nossa idealização.
Aprendi contudo, que aquilo que faz a verdadeira diferença no nosso desempenho individual é a nossa atitude. Esta atitude resultará das nossas expectativas. Do que esperamos de nós próprios. As expectativas por sua vez resultado do que temos interiormente dado como verdadeiro, ou seja as nossas convicções.
Eu sou apologista convicto que quando não estamos satisfeitos com algum ponto integrante da nossa vida, devemos ser de facto nós a mudar e não esperar que algo maravilhoso (tipo Euromilhões) nos aconteça, sentadinhos na nossa cadeira junto à lareira. Não estando satisfeitos com algo, temos que estar dispostos a pagar o respectivo preço de querer atingir algo melhor. Naturalmente temos que estar predispostos a pagar algum preço, pois nada nos é dado de graça. Esse preço, é pago em esforço, disciplina, compromisso e todas as coisas que nos façam tornar cada vez melhores. Se, pelo contrário o preço a pagar centra-se em terrenos como falta de integridade e não respeitar os nossos princípios e passar por cima dos outros, então não me parece uma boa opção. Até nisto temos a possibilidade de poder escolher....
Devemos então começar por reconhecer honestamente que temos à nossa disposição tudo o que é necessário para atingirmos aquilo a que nos propomos. Temos ainda que reconhecer e estar preparado para podermos interpretar os resultados que possam ser menos bons, não como um fracasso, mas como um feedback e tentar melhorar posteriormente a nossa abordagem ao assunto em questão.
Como diz Zig Ziglar: "O ontem acabou na noite passada e o que é importante não é onde se começa, mas onde se chega."
Como isto que vos partilho, aprendi directamente de Paulo de Vilhena, um dos meus principais mentores, gostaria de acabar com uma frase dele: "A única forma de falhar é desistindo!"
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Os 5 passos para a autoconfiança
Tendo algum tempo para marcar pontos nas minhas leituras, gostava de poder partilhar um anexo que tive a oportunidade e o gosto de ler no livro de escrito por Napoleon Hill - Pense e fique (Think and Grow rich). Este anexo diz respeito aos cinco passos para a autoconfiança:
1 - Sei que tenho capacidades para atingir o Objectivo Principal da minha vida. Por isso, exijo de mim mesmo uma acção contínua e persistente para a sua realização e prometo, aqui e agora, cumpri-la.
2 - Sei que os meus pensamentos dominantes acabarão por ser reproduzidos na acção física exterior e que se transformarão gradualmente em realidade física. Por isso, concentrar-me-ei durante 30 minutos por dia na tarefa de pensar naquilo que quero ser, criando assim, uma nítida imagem mental desse meu "eu".
3 - Tenho consciência de que, através da auto-sugestão, qualquer desejo que guarde persistentemente na minha mente acabará por procurar exprimir-se através de meios concretos. Por isso, vou dedicar 10 minutos por dia, a exigir de mim mesmo o desenvolvimento da autoconfiança.
4 - Especifiquei por escrito o meu principal objectivo e não vou desistir até ter obtido a autoconfiança suficiente para o alcançar.
5 - Tenho plena consciência de que nenhuma fortuna ou posição pode durar muito tempo, se não me assentar nos princípios da verdade e da justiça. Por isso, não entrarei em qualquer negócio que não beneficie todas as partes envolvidas. Vou ter êxito, atraindo para mim as forças que desejo usar e a cooperação dos outros. Vou ter a ajuda dos outros, porque também lhes vou dar todo o meu apoio. Vou eliminar o ódio, a inveja, o ciúme, o egoísmo e o cinismo, desenvolvendo o amor por toda a humanidade, pois sei que as atitudes negativas em relação aos outros nunca me poderão trazer sucesso. Vou ganhar a confiança dos outros, porque vou acreditar neles e em mim mesmo. Vou assinar o meu nome nesta fórmula, memorizá-la e repeti-la em voz alta uma vez por dia, com uma fé tal que irá influenciar gradualmente os meus pensamentos e acções. E assim, tornar-me-ei uma pessoa autoconfiante e bem sucedida.
Emanuel Ribeiro
1 - Sei que tenho capacidades para atingir o Objectivo Principal da minha vida. Por isso, exijo de mim mesmo uma acção contínua e persistente para a sua realização e prometo, aqui e agora, cumpri-la.
2 - Sei que os meus pensamentos dominantes acabarão por ser reproduzidos na acção física exterior e que se transformarão gradualmente em realidade física. Por isso, concentrar-me-ei durante 30 minutos por dia na tarefa de pensar naquilo que quero ser, criando assim, uma nítida imagem mental desse meu "eu".
3 - Tenho consciência de que, através da auto-sugestão, qualquer desejo que guarde persistentemente na minha mente acabará por procurar exprimir-se através de meios concretos. Por isso, vou dedicar 10 minutos por dia, a exigir de mim mesmo o desenvolvimento da autoconfiança.
4 - Especifiquei por escrito o meu principal objectivo e não vou desistir até ter obtido a autoconfiança suficiente para o alcançar.
5 - Tenho plena consciência de que nenhuma fortuna ou posição pode durar muito tempo, se não me assentar nos princípios da verdade e da justiça. Por isso, não entrarei em qualquer negócio que não beneficie todas as partes envolvidas. Vou ter êxito, atraindo para mim as forças que desejo usar e a cooperação dos outros. Vou ter a ajuda dos outros, porque também lhes vou dar todo o meu apoio. Vou eliminar o ódio, a inveja, o ciúme, o egoísmo e o cinismo, desenvolvendo o amor por toda a humanidade, pois sei que as atitudes negativas em relação aos outros nunca me poderão trazer sucesso. Vou ganhar a confiança dos outros, porque vou acreditar neles e em mim mesmo. Vou assinar o meu nome nesta fórmula, memorizá-la e repeti-la em voz alta uma vez por dia, com uma fé tal que irá influenciar gradualmente os meus pensamentos e acções. E assim, tornar-me-ei uma pessoa autoconfiante e bem sucedida.
Emanuel Ribeiro
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Condições de Vida e "viver acima da linha"
Aprendi muito recentemente que cada vez que as nossas expectativas estão de acordo com as nossas condições de vida, sentimo-nos naturalmente bem.
Aliado a este facto, também aprendi que devemos prestar não só contas quer a quem temos profissionalmente de reportar quer à nossa sociedade quer também a nós próprios. Isto é o que Paulo de Vilhena chama "viver acima da linha". Tenho a completa noção que sou muito novo, mas não tão novo que não tenha que prestar contas a mim próprio.
Sinto-me muito bem pelo facto de que o que conquistei até hoje, foi totalmente graças a mim (não descurando a ajuda que sempre tive de quem me rodeia) no sentido em que não tive nenhum factor "C" ou em vez de subir pelas escadas, tenha utilizado o elevador para subir mais depressa.
Considero ainda e tenho-lo sempre em mente que o que me acontece, é a mim quem tenho de responsabilizar primeiro e por isso mesmo, diariamente luto para corrigir a minha abordagem às diversas situações que me rodeiam, negando peremptoriamente que existe culpa ou culpados ou mesmo apontar o dedo à crise como causadora de todos os males actuais (pois parece que todos se servem disso para desculpar os seus comportamentos).
Irei envergar num novo caminho, numa nova aventura e com isso estou a começar a subir um novo degrau no meu caminho. Pensei envergar pelo meu próprio negócio, mas se por um lado sinto-me capaz de conseguir, por outro sinto que não possuo ainda as armas todas para avançar e que preciso de aprender um pouco mais para dizer "basta! Agora é a minha vez!".
Estou a dar o meu valor à sociedade que me rodeia e não há nada melhor que puder servir e para além de verificar, sentir que quem é servido gosta e vai sentir saudades de nós. Eu verifiquei isso mesmo no dia de ontem e digo-vos: não há qualquer hipocrisia ou cinismo no que escrevo, pois muito para além de gostar como todos de receber o ordenado ao final do mês, quando se serve bem e conquista-se alguém, esse é um dos sentimentos mais puros que poderão ter e mais que tudo sentir.
Vou partir com sentido de dever cumprido (vivi acima da linha) e ainda mais com as minhas condições de vida correspondendo em tudo às minhas melhores expectativas.
Obrigado a todos e obrigado por todos estes anos repleto de sucessos e brilharetes. Encontra no-emos por aí.... :)
Aliado a este facto, também aprendi que devemos prestar não só contas quer a quem temos profissionalmente de reportar quer à nossa sociedade quer também a nós próprios. Isto é o que Paulo de Vilhena chama "viver acima da linha". Tenho a completa noção que sou muito novo, mas não tão novo que não tenha que prestar contas a mim próprio.
Sinto-me muito bem pelo facto de que o que conquistei até hoje, foi totalmente graças a mim (não descurando a ajuda que sempre tive de quem me rodeia) no sentido em que não tive nenhum factor "C" ou em vez de subir pelas escadas, tenha utilizado o elevador para subir mais depressa.
Considero ainda e tenho-lo sempre em mente que o que me acontece, é a mim quem tenho de responsabilizar primeiro e por isso mesmo, diariamente luto para corrigir a minha abordagem às diversas situações que me rodeiam, negando peremptoriamente que existe culpa ou culpados ou mesmo apontar o dedo à crise como causadora de todos os males actuais (pois parece que todos se servem disso para desculpar os seus comportamentos).
Irei envergar num novo caminho, numa nova aventura e com isso estou a começar a subir um novo degrau no meu caminho. Pensei envergar pelo meu próprio negócio, mas se por um lado sinto-me capaz de conseguir, por outro sinto que não possuo ainda as armas todas para avançar e que preciso de aprender um pouco mais para dizer "basta! Agora é a minha vez!".
Estou a dar o meu valor à sociedade que me rodeia e não há nada melhor que puder servir e para além de verificar, sentir que quem é servido gosta e vai sentir saudades de nós. Eu verifiquei isso mesmo no dia de ontem e digo-vos: não há qualquer hipocrisia ou cinismo no que escrevo, pois muito para além de gostar como todos de receber o ordenado ao final do mês, quando se serve bem e conquista-se alguém, esse é um dos sentimentos mais puros que poderão ter e mais que tudo sentir.
Vou partir com sentido de dever cumprido (vivi acima da linha) e ainda mais com as minhas condições de vida correspondendo em tudo às minhas melhores expectativas.
Obrigado a todos e obrigado por todos estes anos repleto de sucessos e brilharetes. Encontra no-emos por aí.... :)
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Pensar
Hoje questionei-me várias vezes durante o dia o que é de facto pensar. Uma das primeiras conclusões que tirei foi que todos nós e até mesmo eu temos um comportamento emergente e rápido para dizer que determinada ideia é impossível ou não se consegue simplesmente realizar.
Por outro lado, fiquei deveras contente por concluir que muito recentemente tenho afinado a minha abordagem às ideias que me surgem e um dos comportamentos que tenho por hábito é ouvir mais do que falar (embora fale pelos cotovelos...). Ouvir o dobro do que falamos torna-se regra fundamental e primordial para mudarmos o nosso comportamento e de melhorarmos a nossa abordagem a qualquer tema que seja.
Não é por qualquer razão que os meus superiores gostam mais de ouvir do que falar. E por falar em pensar, sempre fui apologista de que quando consideramos que não conseguimos fazer algo é porque não fazemos e que quando acreditamos em algo conseguimos mesmo esse algo.
Tem de haver portanto um comando interior que nos guie, que nos focalize e indique o caminho a seguir. Falhar é desistir e ainda bem que não me conheço como falhado ou que desista de algo.
Serei claro suis generis pois quando estabeleço os meus objectivos fico cego até atingi-los, embora por vezes nem sempre pelo melhor caminho, mas a forma de resolver esse caminho claro está, é pensado, simplesmente pensando criativamente, claramente e sobretudo abertamente.
Não é nada fácil, é mais simples escrever por estas linhas, e dizer palavras bonitas. Será por isso mesmo que ando à semanas a redbulls e muitas poucas horas dormidas por noite...mas considero no final que se me auto-disciplinar os objectivos vão ser atingidos.
"Você foi escolhido pela sua competência e não pela incompetência...". Palavras sábias de quem de facto acredita em mim.
Assim, uma postura mental e física poderosas serão a receitas das próximas semanas seguidas de listas necessárias a atingir e afinar as minhas abordagens aos objectivos por mim estipulados.
Falta-me somente um ponto: ouvir mais, muito mais, para depois aprender a escutar, esse passo que tão importante é....
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Motivação
Nestes últimos dias, e no sentido de mudar alguns valores e crenças minhas no sentido de evoluir, vi-me obrigado a pensar na motivação. Pensava eu e claramente o faço até muito recentemente, que realmente se podia proceder à motivação clara de alguém, puxando por ela e não abandonando.
Reflectindo e hoje ao fim de um dia de louco, (ando actualmente a auto-disciplinar-me) percebi: como é que podemos querer motivar alguém se esse alguém não se motivar a si próprio?
Não será a motivação um processo intrínseco ao ser humano, e que ele é que decide o que fazer? Positivamente ou negativamente?? Concordo que posso ter alguém chegado a nós que nos incentive e que perto de nós nos incite a projectarmos algo maior.
A verdade é que até podemos projectar, mas se não agirmos de nada nos vale os projectos que temos. A incitação que podemos ter de alguém chegado com um discurso eloquentemente propulsionador, simplesmente nos anima temporariamente para depois chegarmos ao mesmo ponto de onde partimos.
Contudo pude aprender que existe dois fundamentais da motivação inerentes a nós: o medo e o desejo. O medo faz com que erradamente nos fechemos e leva-nos a repetir erros do passado no presente. O desejo conduz-nos como um TGV para o que de maior prazer imaginamos e o sucesso pretendido.
Cada vez mais, faz sentido o "não importa quantas vezes cais, mas onde realmente chegas".
Próximo passo: redefinição de valores e objectivos.
Reflectindo e hoje ao fim de um dia de louco, (ando actualmente a auto-disciplinar-me) percebi: como é que podemos querer motivar alguém se esse alguém não se motivar a si próprio?
Não será a motivação um processo intrínseco ao ser humano, e que ele é que decide o que fazer? Positivamente ou negativamente?? Concordo que posso ter alguém chegado a nós que nos incentive e que perto de nós nos incite a projectarmos algo maior.
A verdade é que até podemos projectar, mas se não agirmos de nada nos vale os projectos que temos. A incitação que podemos ter de alguém chegado com um discurso eloquentemente propulsionador, simplesmente nos anima temporariamente para depois chegarmos ao mesmo ponto de onde partimos.
Contudo pude aprender que existe dois fundamentais da motivação inerentes a nós: o medo e o desejo. O medo faz com que erradamente nos fechemos e leva-nos a repetir erros do passado no presente. O desejo conduz-nos como um TGV para o que de maior prazer imaginamos e o sucesso pretendido.
Cada vez mais, faz sentido o "não importa quantas vezes cais, mas onde realmente chegas".
Próximo passo: redefinição de valores e objectivos.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Auto-estima
Muito protelado nos dias de hoje (especialmente em tempo considerados muito difíceis), a auto-estima torna-se de facto interessante e indubitavelmente importante, quando pretendemos progredir profissionalmente e pessoalmente.
Verdade se diga, quando não conseguimos ter Amor dentro de nós, não predispomos subsequentemente de Amor para dar aos outros (quer seja a nossa família em particular quer seja ao/à nossa (o) companheira (o)).
É errado permitir-nos reduzir-nos à mediocricidade e a um fatalismo fracassado de acontecimentos que nos rodeiam. Um pensamento que sempre dispus, especialmente quando estudava na faculdade, reside em que se os outros são e/ou foram capazes eu também o serei.
O medo que nos é incutido socialmente, é ponteciador destas situações. Mesmo quando assistimos ao sucesso de terceiros, a visão negativista que dispomos é tão grande que parece bloquear-nos.
Esta acção de bloqueio, somente deixa de o ser quando quando conseguimos percecionar o indivíduo da sua acção. Nós somos como somos e não seremos por aquilo que fazemos. Naturalmente amamos o indivíduo e não o que ele faz, daí muitas vezes assistirmos que mãe e pai só temos um e outro e este são insubstituíveis.Aprendi portanto que a chave da auto-estima encontra-se na nossa auto-aceitação. E sendo imperfeitos como todos nós somos, somente atingimos o sucesso mediante os padrões de exigência que queremos aplicar em nós.
É errado deixar-nos influenciar por visões negativista e apologista do apocalipse macabro em que a sociedade se permitiu viver
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Otimismo
Nos dias e ideiais que hoje em dia fazem parte da nossa sociedade, otimismo não é, erradamente, sua parte integrante. Apesar de concordar que ao folhearmos qualquer jornal, hoje em dia, apetece-nos tudo menos sorrir, discordo que não possamos adotar uma atitude otimista em relação ao nosso futuro. Aliás, como anteriormente referi, pretendo criteriosamente aprender com os erros do passado, vivendo o presente e projectando no futuro memórias das minhas vitórias.
O otimismo, para além de nos fazer sentir interiormente e exteriormente muito bem, galvaniza-nos a enfentrar desafios difícieis e portas fechadas que poder-se-ão abrir mais facilmente. Todas as expetativas que fazemos sobre a nossa vida são reforçadas pelas expetativas que os outros têm sobre nós próprios. Assim, será fácil perceber que os nossos resultados quer ao nível profissional quer ao nível pessoal (ou outro nível), sejam eles quais forem, são na sua grande maioria condicionados pelas expetativas que nós e os nossos pares têm sobre esses resultados.
Dois exemplos práticos: em termos inter-relacionais, e normalmente quando estamos apaixonados, o otimismo é propulsionador para algo melhor. Imaginem o que não pensará a pessoa pela qual nos perdemos ardentemente de amores, se do outro lado percecionar um par inseguro, macambúzio e sobretudo fechado.
Tendemos usualmente a identificar-nos com pesssoas bem dispostas, saudáveis e bem falantes. E todas estas características encontram-se interligadas entre si. Uma pessoa bem disposta encontra-se naturalmente saudável, que por sua vez demonstra-se mais aberta a realizar conversas de bom nível e boa disposição.
Há quem mesmo considere que o otimismo, em questões de saúde (e este é o segundo exemplo que pretendia dar), é fundamental no que respeita à forma pela qual reagimos à vida muito mais do que os germes. Não podemos esquecer, de que uma doença é feita de uma luta entre um corpo estranho que se tenta alojar num corpo que é nosso e nós próprios.
A nossa mente e a forma como a usamos tem a fantástica capacidade de lutar contra estes agentes exteriores assim como conduzir a doenças e até a acidentes. Em todos os nossos desafios temos sempre algo de positivo que poderemos tirar, nunca esquecendo que dentro do que é negativo o que podemos aprender.
Cumpre somente a nós, e só a nós próprios escolher como efrentar o largo caminho que temos que percorrer na nossa vida. A vida é uma autoprofecia. Aquilo que esperamos que aconteça com convicção, acabaremos por ter. O nosso subconsciente acabará por encontrar, na realidade, uma forma das nossas expectativas se realizarem.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Viver em conformidade com os sinais
Um dos princípios de vida do qual todos nós deveríamos ter conhecimento, mas que pecamos em não tê-lo, é que devemos respeitar os "sinais" que nos rodeiam.
Dito desta forma até dá vontade de rir, mas se antes vivia segundo esse princípio, agora tenho a certeza de que ele existe. Nós devemos estar agradecidos por nos podermos levantar todos os dias de manhã com saúde e possuir tudo o que temos, desde de um simples e humilde T1 até à maior mansão que possamos imaginar.
A primeira vez em que realmente refleti (sim o novo acordo ortográfico está aí, portanto é melhor habituar-me a ele....) sobre este assunto ainda andava no secundário quando a Língua Portuguesa nos proposeram (leitura obrigatória...) ler a grande obra de Eça de Queiróz, Os Maias.
Numa passagem desse livro (a qual não me recordo de cor), li que a nossa verdadeira gratificação para com a vida era podermos sermos útil para a nossa sociedade que representa um conjunto vasto de pessoas. Encontrar uma forma, portanto, de servir a sociedade.
E quando encontramos forma de servir a sociedade, experimentamos o nosso crescimento acelerado, sendo que esse crescimento é levado ao seu exponencial quando é investido no crescimento dos outros. Os vencedores criam outros vencedores. E criar novos vencedores faz parte do processo de vencer. O Universo é vasto e naturalmente recompensa-nos quando respeitamos o que eu chamo de "sinais".
Esta ideia encontrei também na obra de Paulo de Vilhena, "O livro secreto das vendas", onde está descrito sobre o nome de Ecologia e obviamente explicado de uma forma mais sucinta mas aprofundada do que eu pretendo expor aqui.
Assim, se antes era gozado por amigos (e revelo que próprio também achava piada a este meu princípio) agora tenho a certeza de que ele existe e pretendo segui-lo rigorosamente e respeitadoramente. Porque pretendo dar o melhor de mim todos os dias, cada dia melhor que o outro, e não viver nos erros cometidos no passado, mas viver no presente, projectando no futuro as memórias das minhas vitórias e das que estão para acontecer.
Dito desta forma até dá vontade de rir, mas se antes vivia segundo esse princípio, agora tenho a certeza de que ele existe. Nós devemos estar agradecidos por nos podermos levantar todos os dias de manhã com saúde e possuir tudo o que temos, desde de um simples e humilde T1 até à maior mansão que possamos imaginar.
A primeira vez em que realmente refleti (sim o novo acordo ortográfico está aí, portanto é melhor habituar-me a ele....) sobre este assunto ainda andava no secundário quando a Língua Portuguesa nos proposeram (leitura obrigatória...) ler a grande obra de Eça de Queiróz, Os Maias.
Numa passagem desse livro (a qual não me recordo de cor), li que a nossa verdadeira gratificação para com a vida era podermos sermos útil para a nossa sociedade que representa um conjunto vasto de pessoas. Encontrar uma forma, portanto, de servir a sociedade.
E quando encontramos forma de servir a sociedade, experimentamos o nosso crescimento acelerado, sendo que esse crescimento é levado ao seu exponencial quando é investido no crescimento dos outros. Os vencedores criam outros vencedores. E criar novos vencedores faz parte do processo de vencer. O Universo é vasto e naturalmente recompensa-nos quando respeitamos o que eu chamo de "sinais".
Esta ideia encontrei também na obra de Paulo de Vilhena, "O livro secreto das vendas", onde está descrito sobre o nome de Ecologia e obviamente explicado de uma forma mais sucinta mas aprofundada do que eu pretendo expor aqui.
Assim, se antes era gozado por amigos (e revelo que próprio também achava piada a este meu princípio) agora tenho a certeza de que ele existe e pretendo segui-lo rigorosamente e respeitadoramente. Porque pretendo dar o melhor de mim todos os dias, cada dia melhor que o outro, e não viver nos erros cometidos no passado, mas viver no presente, projectando no futuro as memórias das minhas vitórias e das que estão para acontecer.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Experienciar
Todas as nossas escolhas, quer sejam elas boa quer sejam elas más assim como dentro dessas acções, as que tomamos boas conscientemente e as que tomamos más conscientemente são fruto da experiência que vamos, naturalmente, adquirindo ao longo do tempo.
Todas as informações retiradas de experiências boas e experiências más encontram-se cristalizadas no nosso subconsciente, ficando este programado de determinada forma. Embora, segundo Paulo de Vilhena, possamos reprogramá-lo de forma a guiarmo-nos por caminhos mais fluídos e embuídos de sucesso, o que penso ser bastante importante é o acto de experienciar.
Eu necessito claramente de experienciar bons e maus momentos para que a minha auto-confiança possa estar constantemente reforçada e desta forma poder progredir em direcção ao sucesso.
Como poderei ultrapassar os meus medos se não experienciar momentos em que estes são colocados à prova? Embora, nós seres humanos tenhamos tendência para fugir aquilo que determinamos como dor e aproximarmo-nos daquilo que determinamos como prazer, enfrentar um medo conscientemente, ponderadamente e sobretudo em segurança, permitir-nos-á ultrapassá-lo e poder com isso utilizá-lo como ferramenta a caminho do sucesso desejado.
Eu quero experienciar aquilo que considero ser profícuo de futuro e delegar para segundo plano experiências com as quais eu considero ser de segundo plano e muito pouco prioritárias. Porque embora miutas das informações que necessitamos encontram-se documentadas em livros e outras ferramentas disponíveis, muitas outras informações necessárias ao nosso desenvolvimento pessoal e profissional só estão ao nosso alcance se as vivermos.
Todas as informações retiradas de experiências boas e experiências más encontram-se cristalizadas no nosso subconsciente, ficando este programado de determinada forma. Embora, segundo Paulo de Vilhena, possamos reprogramá-lo de forma a guiarmo-nos por caminhos mais fluídos e embuídos de sucesso, o que penso ser bastante importante é o acto de experienciar.
Eu necessito claramente de experienciar bons e maus momentos para que a minha auto-confiança possa estar constantemente reforçada e desta forma poder progredir em direcção ao sucesso.
Como poderei ultrapassar os meus medos se não experienciar momentos em que estes são colocados à prova? Embora, nós seres humanos tenhamos tendência para fugir aquilo que determinamos como dor e aproximarmo-nos daquilo que determinamos como prazer, enfrentar um medo conscientemente, ponderadamente e sobretudo em segurança, permitir-nos-á ultrapassá-lo e poder com isso utilizá-lo como ferramenta a caminho do sucesso desejado.
Eu quero experienciar aquilo que considero ser profícuo de futuro e delegar para segundo plano experiências com as quais eu considero ser de segundo plano e muito pouco prioritárias. Porque embora miutas das informações que necessitamos encontram-se documentadas em livros e outras ferramentas disponíveis, muitas outras informações necessárias ao nosso desenvolvimento pessoal e profissional só estão ao nosso alcance se as vivermos.
domingo, 26 de dezembro de 2010
O medo de não ser o suficiente e o medo de não ser amado
Como recentemente descobri através das leituras que diariamente faço questão de por em dia, o que nos impede de ser melhor é o medo. Medo de não ser o suficiente e o medo de não ser amado.
Segundo descobri através do melhor livro profissional e pessoal que alguma vez tive em posse, "O livro secreto das vendas" de Paulo de Vilhena, o qual aconselho-o a ler integralmente, os nossos medos podem e devem ser usados em nosso benefício, não os deixando em tempo algum serem perturbadores mas sim propulsionadores para algo melhor.
Devemos portanto e segundo Paulo de Vilhena:
1 - Identificar os nossos medos. Que medos temos nós? Quais foram os medos que no passado impediram as nossas realizações?
2 - Identificar depois o que atingimos com estes medos. O que é que estes medos nos trouxeram. A que necessidades eles nos trouxeram?
3 - Por último, encontrarmos razões para nos libertarmos desses medos. Que exemplos nos darão para outras limitações que tenhamos. Que sonhos poderemos nós viver....?
Por último não pretendo de forma alguma plagiar o quer que seja, mas sim passar a palavra a outros, para que tenham a mesmas oportunidades que eu, pois partilhar faz de nós melhores pessoas que já somos.
Segundo descobri através do melhor livro profissional e pessoal que alguma vez tive em posse, "O livro secreto das vendas" de Paulo de Vilhena, o qual aconselho-o a ler integralmente, os nossos medos podem e devem ser usados em nosso benefício, não os deixando em tempo algum serem perturbadores mas sim propulsionadores para algo melhor.
Devemos portanto e segundo Paulo de Vilhena:
1 - Identificar os nossos medos. Que medos temos nós? Quais foram os medos que no passado impediram as nossas realizações?
2 - Identificar depois o que atingimos com estes medos. O que é que estes medos nos trouxeram. A que necessidades eles nos trouxeram?
3 - Por último, encontrarmos razões para nos libertarmos desses medos. Que exemplos nos darão para outras limitações que tenhamos. Que sonhos poderemos nós viver....?
Por último não pretendo de forma alguma plagiar o quer que seja, mas sim passar a palavra a outros, para que tenham a mesmas oportunidades que eu, pois partilhar faz de nós melhores pessoas que já somos.
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