O que será ter fé? Será acreditar num Deus que não vemos independentemente dos dogmas que lhe regem? Será acreditar cegamente numa religião exortada por um grupo de pessoas que nos indicam o que é o bem do mal?
Eu não penso assim. Eu aprendi até muito recentemente que a fé é o principal químico da mente. Eu confesso que quando pensava em fé, pensava em religião e confesso que como quase toda a maioria de todos nós, quando meditava sobre a minha fé, falava para alguém que nunca vi, não conheço, mas sim...que acredito. Até para falar com o nosso Deus é claro, necessário ter fé.
Mas fé vi muito para além disso que acabei de escrever. Aprendi que a emoção da fé quando misturada com a do amor e do sexo são as mais poderosas dentro das principais emoções positivas.
A fé é um estado de espírito que pode ser induzido ou criado através da repetiçao de instruções para o nosso subconsciente através da auto-sugestão. Esta repetição de afirmação equivale a dar ordens ao nosso subconsciente de que conseguimos realmente realizar algo (crença infinita de que se consegue realizar algo).
E posso-vos dizer que é algo maravilho. Não basta dizer "eu tenho vontade de.." ou "eu quero que isto..." temos realmente de o sentir e movimentar toda a nossa acção para o que queremos, aliado claro está ao nosso estado de fé. Um homem movimentado pela fé é imparável, e embora actualmente ando um pouco mais cansado do que o normal, não deixo de ter fé naquilo que pretendo conseguir para mim.
Por isso, aconselho-vos a não desistir, até porque desistir é falhar e...olhem para trás, olhem para o que a humanidade construiu até hoje e digam-me o que faríamos se não tivéssemos fé...?
domingo, 8 de julho de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Ego: ter ou não ter...?eis a questão
Actualmente e de uma forma muito genérica, quando falamos em ego tendemos sempre a conotar como algo de negativo. Tentei pensar um pouco mais sobre este assunto.
De facto quando penso cada vez mais sobre este assunto, tenho pena de até agora, não ter sido um pouco mais egocêntrico. Por favor, não me interpretem mal, mas se pensarmos um pouco "ter o nosso ego" e acreditar nele, por vezes beneficia-nos e muito. Eu passei a não interpretar o ego como algo negativo, mas sim com uma ajuda para ter o meu auto-domínio. Um ego forte ajuda-nos a ter motivação a ambição e serve com certeza de armadura para não nos ressentirmos de rejeições ríspidas e contínuas.
Tal ambição e motivação dão-nos total à vontade para a tomada de decisões e sobretudo eloquência e alavacagem para a acção. O pior que podemos ter ou ser é indecisos. A indecisão impede-nos de avançar, e pior, faz-nos ficar exactamente no mesmo lugar onde nos encontramos. Assim, uma coisa é certa: não evoluímos! Sinceramente e quando penso em rigor, o que nos leva exactamente a dizer que uma pessoa é egocentrista? Será que dizemos isso porque na realidade a pessoa é uma verdadeira gabarolas ou porque não paramos para pensar, analisar e perceber o que essa pessoa pretende transmitir com o seu "egocentrismo"?
Fica mais fácil chamar egocêntrico ao vizinho do lado porque a sociedade assim o diz para a fazer. Não concordo. Obviamente que já me deparei com verdadeiros gabarolas, mas nesses casos parei para pensar e (menos mal) esta experiência de "gaborolice" em relação a certas pessoas repetiu-se ao longo do tempo, o que significa que se por um lado que esse egocentrismo se confirmou, mas por outro, que pelo menos essa pessoa tem um domínio implacável sobre si mesmo.
Contudo, penso que para o nosso ego, uma boa dose de humildade ajuda e muito a equilibrar as coisas. Claro que isto tudo, deverá sempre ter um background de auto - reflexão. Pensar e criticar a nossa postura, o nosso ego, é aconselhável, mas nunca colocando de parte aquilo que realmente acreditamos em nós.
Acredito e está provado que pessoas de sucesso têm um elevado domínio sobre si próprios, significando isso que têm um ego elevado, suficiente para lhes conduzir onde pretendem chegar: ao mais alto nível. Erros teremos sempre que passar por eles, mas o que nos distingue é a forma aprendemos com eles e seguimos em frente.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Recursos mentais
Todos os resultados que obtemos durante a nossa vida, depende directa e imediatamente da forma como utilizamos os nossos recursos mentais. Há cerca de dois anos para cá ando a tentar incansavelmente modificar a minha forma de pensar e naturalmente de actuar sobre tudo em que toco, desde relações humanas até ao simples trabalho em casa.
O que nós acabamos por fazer (sobretudo diariamente) é reflexo da imagem que projectamos de nós próprios para o mundo exterior. Por isso aprendi que se não nos sentimos bem com alguma coisa de nós próprios, temos que ser nós a mudá-la, decidir assumir o controlo sobre nós e aproximar(ou reprogramar) para a nossa idealização.
Aprendi contudo, que aquilo que faz a verdadeira diferença no nosso desempenho individual é a nossa atitude. Esta atitude resultará das nossas expectativas. Do que esperamos de nós próprios. As expectativas por sua vez resultado do que temos interiormente dado como verdadeiro, ou seja as nossas convicções.
Eu sou apologista convicto que quando não estamos satisfeitos com algum ponto integrante da nossa vida, devemos ser de facto nós a mudar e não esperar que algo maravilhoso (tipo Euromilhões) nos aconteça, sentadinhos na nossa cadeira junto à lareira. Não estando satisfeitos com algo, temos que estar dispostos a pagar o respectivo preço de querer atingir algo melhor. Naturalmente temos que estar predispostos a pagar algum preço, pois nada nos é dado de graça. Esse preço, é pago em esforço, disciplina, compromisso e todas as coisas que nos façam tornar cada vez melhores. Se, pelo contrário o preço a pagar centra-se em terrenos como falta de integridade e não respeitar os nossos princípios e passar por cima dos outros, então não me parece uma boa opção. Até nisto temos a possibilidade de poder escolher....
Devemos então começar por reconhecer honestamente que temos à nossa disposição tudo o que é necessário para atingirmos aquilo a que nos propomos. Temos ainda que reconhecer e estar preparado para podermos interpretar os resultados que possam ser menos bons, não como um fracasso, mas como um feedback e tentar melhorar posteriormente a nossa abordagem ao assunto em questão.
Como diz Zig Ziglar: "O ontem acabou na noite passada e o que é importante não é onde se começa, mas onde se chega."
Como isto que vos partilho, aprendi directamente de Paulo de Vilhena, um dos meus principais mentores, gostaria de acabar com uma frase dele: "A única forma de falhar é desistindo!"
O que nós acabamos por fazer (sobretudo diariamente) é reflexo da imagem que projectamos de nós próprios para o mundo exterior. Por isso aprendi que se não nos sentimos bem com alguma coisa de nós próprios, temos que ser nós a mudá-la, decidir assumir o controlo sobre nós e aproximar(ou reprogramar) para a nossa idealização.
Aprendi contudo, que aquilo que faz a verdadeira diferença no nosso desempenho individual é a nossa atitude. Esta atitude resultará das nossas expectativas. Do que esperamos de nós próprios. As expectativas por sua vez resultado do que temos interiormente dado como verdadeiro, ou seja as nossas convicções.
Eu sou apologista convicto que quando não estamos satisfeitos com algum ponto integrante da nossa vida, devemos ser de facto nós a mudar e não esperar que algo maravilhoso (tipo Euromilhões) nos aconteça, sentadinhos na nossa cadeira junto à lareira. Não estando satisfeitos com algo, temos que estar dispostos a pagar o respectivo preço de querer atingir algo melhor. Naturalmente temos que estar predispostos a pagar algum preço, pois nada nos é dado de graça. Esse preço, é pago em esforço, disciplina, compromisso e todas as coisas que nos façam tornar cada vez melhores. Se, pelo contrário o preço a pagar centra-se em terrenos como falta de integridade e não respeitar os nossos princípios e passar por cima dos outros, então não me parece uma boa opção. Até nisto temos a possibilidade de poder escolher....
Devemos então começar por reconhecer honestamente que temos à nossa disposição tudo o que é necessário para atingirmos aquilo a que nos propomos. Temos ainda que reconhecer e estar preparado para podermos interpretar os resultados que possam ser menos bons, não como um fracasso, mas como um feedback e tentar melhorar posteriormente a nossa abordagem ao assunto em questão.
Como diz Zig Ziglar: "O ontem acabou na noite passada e o que é importante não é onde se começa, mas onde se chega."
Como isto que vos partilho, aprendi directamente de Paulo de Vilhena, um dos meus principais mentores, gostaria de acabar com uma frase dele: "A única forma de falhar é desistindo!"
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Os 5 passos para a autoconfiança
Tendo algum tempo para marcar pontos nas minhas leituras, gostava de poder partilhar um anexo que tive a oportunidade e o gosto de ler no livro de escrito por Napoleon Hill - Pense e fique (Think and Grow rich). Este anexo diz respeito aos cinco passos para a autoconfiança:
1 - Sei que tenho capacidades para atingir o Objectivo Principal da minha vida. Por isso, exijo de mim mesmo uma acção contínua e persistente para a sua realização e prometo, aqui e agora, cumpri-la.
2 - Sei que os meus pensamentos dominantes acabarão por ser reproduzidos na acção física exterior e que se transformarão gradualmente em realidade física. Por isso, concentrar-me-ei durante 30 minutos por dia na tarefa de pensar naquilo que quero ser, criando assim, uma nítida imagem mental desse meu "eu".
3 - Tenho consciência de que, através da auto-sugestão, qualquer desejo que guarde persistentemente na minha mente acabará por procurar exprimir-se através de meios concretos. Por isso, vou dedicar 10 minutos por dia, a exigir de mim mesmo o desenvolvimento da autoconfiança.
4 - Especifiquei por escrito o meu principal objectivo e não vou desistir até ter obtido a autoconfiança suficiente para o alcançar.
5 - Tenho plena consciência de que nenhuma fortuna ou posição pode durar muito tempo, se não me assentar nos princípios da verdade e da justiça. Por isso, não entrarei em qualquer negócio que não beneficie todas as partes envolvidas. Vou ter êxito, atraindo para mim as forças que desejo usar e a cooperação dos outros. Vou ter a ajuda dos outros, porque também lhes vou dar todo o meu apoio. Vou eliminar o ódio, a inveja, o ciúme, o egoísmo e o cinismo, desenvolvendo o amor por toda a humanidade, pois sei que as atitudes negativas em relação aos outros nunca me poderão trazer sucesso. Vou ganhar a confiança dos outros, porque vou acreditar neles e em mim mesmo. Vou assinar o meu nome nesta fórmula, memorizá-la e repeti-la em voz alta uma vez por dia, com uma fé tal que irá influenciar gradualmente os meus pensamentos e acções. E assim, tornar-me-ei uma pessoa autoconfiante e bem sucedida.
Emanuel Ribeiro
1 - Sei que tenho capacidades para atingir o Objectivo Principal da minha vida. Por isso, exijo de mim mesmo uma acção contínua e persistente para a sua realização e prometo, aqui e agora, cumpri-la.
2 - Sei que os meus pensamentos dominantes acabarão por ser reproduzidos na acção física exterior e que se transformarão gradualmente em realidade física. Por isso, concentrar-me-ei durante 30 minutos por dia na tarefa de pensar naquilo que quero ser, criando assim, uma nítida imagem mental desse meu "eu".
3 - Tenho consciência de que, através da auto-sugestão, qualquer desejo que guarde persistentemente na minha mente acabará por procurar exprimir-se através de meios concretos. Por isso, vou dedicar 10 minutos por dia, a exigir de mim mesmo o desenvolvimento da autoconfiança.
4 - Especifiquei por escrito o meu principal objectivo e não vou desistir até ter obtido a autoconfiança suficiente para o alcançar.
5 - Tenho plena consciência de que nenhuma fortuna ou posição pode durar muito tempo, se não me assentar nos princípios da verdade e da justiça. Por isso, não entrarei em qualquer negócio que não beneficie todas as partes envolvidas. Vou ter êxito, atraindo para mim as forças que desejo usar e a cooperação dos outros. Vou ter a ajuda dos outros, porque também lhes vou dar todo o meu apoio. Vou eliminar o ódio, a inveja, o ciúme, o egoísmo e o cinismo, desenvolvendo o amor por toda a humanidade, pois sei que as atitudes negativas em relação aos outros nunca me poderão trazer sucesso. Vou ganhar a confiança dos outros, porque vou acreditar neles e em mim mesmo. Vou assinar o meu nome nesta fórmula, memorizá-la e repeti-la em voz alta uma vez por dia, com uma fé tal que irá influenciar gradualmente os meus pensamentos e acções. E assim, tornar-me-ei uma pessoa autoconfiante e bem sucedida.
Emanuel Ribeiro
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Condições de Vida e "viver acima da linha"
Aprendi muito recentemente que cada vez que as nossas expectativas estão de acordo com as nossas condições de vida, sentimo-nos naturalmente bem.
Aliado a este facto, também aprendi que devemos prestar não só contas quer a quem temos profissionalmente de reportar quer à nossa sociedade quer também a nós próprios. Isto é o que Paulo de Vilhena chama "viver acima da linha". Tenho a completa noção que sou muito novo, mas não tão novo que não tenha que prestar contas a mim próprio.
Sinto-me muito bem pelo facto de que o que conquistei até hoje, foi totalmente graças a mim (não descurando a ajuda que sempre tive de quem me rodeia) no sentido em que não tive nenhum factor "C" ou em vez de subir pelas escadas, tenha utilizado o elevador para subir mais depressa.
Considero ainda e tenho-lo sempre em mente que o que me acontece, é a mim quem tenho de responsabilizar primeiro e por isso mesmo, diariamente luto para corrigir a minha abordagem às diversas situações que me rodeiam, negando peremptoriamente que existe culpa ou culpados ou mesmo apontar o dedo à crise como causadora de todos os males actuais (pois parece que todos se servem disso para desculpar os seus comportamentos).
Irei envergar num novo caminho, numa nova aventura e com isso estou a começar a subir um novo degrau no meu caminho. Pensei envergar pelo meu próprio negócio, mas se por um lado sinto-me capaz de conseguir, por outro sinto que não possuo ainda as armas todas para avançar e que preciso de aprender um pouco mais para dizer "basta! Agora é a minha vez!".
Estou a dar o meu valor à sociedade que me rodeia e não há nada melhor que puder servir e para além de verificar, sentir que quem é servido gosta e vai sentir saudades de nós. Eu verifiquei isso mesmo no dia de ontem e digo-vos: não há qualquer hipocrisia ou cinismo no que escrevo, pois muito para além de gostar como todos de receber o ordenado ao final do mês, quando se serve bem e conquista-se alguém, esse é um dos sentimentos mais puros que poderão ter e mais que tudo sentir.
Vou partir com sentido de dever cumprido (vivi acima da linha) e ainda mais com as minhas condições de vida correspondendo em tudo às minhas melhores expectativas.
Obrigado a todos e obrigado por todos estes anos repleto de sucessos e brilharetes. Encontra no-emos por aí.... :)
Aliado a este facto, também aprendi que devemos prestar não só contas quer a quem temos profissionalmente de reportar quer à nossa sociedade quer também a nós próprios. Isto é o que Paulo de Vilhena chama "viver acima da linha". Tenho a completa noção que sou muito novo, mas não tão novo que não tenha que prestar contas a mim próprio.
Sinto-me muito bem pelo facto de que o que conquistei até hoje, foi totalmente graças a mim (não descurando a ajuda que sempre tive de quem me rodeia) no sentido em que não tive nenhum factor "C" ou em vez de subir pelas escadas, tenha utilizado o elevador para subir mais depressa.
Considero ainda e tenho-lo sempre em mente que o que me acontece, é a mim quem tenho de responsabilizar primeiro e por isso mesmo, diariamente luto para corrigir a minha abordagem às diversas situações que me rodeiam, negando peremptoriamente que existe culpa ou culpados ou mesmo apontar o dedo à crise como causadora de todos os males actuais (pois parece que todos se servem disso para desculpar os seus comportamentos).
Irei envergar num novo caminho, numa nova aventura e com isso estou a começar a subir um novo degrau no meu caminho. Pensei envergar pelo meu próprio negócio, mas se por um lado sinto-me capaz de conseguir, por outro sinto que não possuo ainda as armas todas para avançar e que preciso de aprender um pouco mais para dizer "basta! Agora é a minha vez!".
Estou a dar o meu valor à sociedade que me rodeia e não há nada melhor que puder servir e para além de verificar, sentir que quem é servido gosta e vai sentir saudades de nós. Eu verifiquei isso mesmo no dia de ontem e digo-vos: não há qualquer hipocrisia ou cinismo no que escrevo, pois muito para além de gostar como todos de receber o ordenado ao final do mês, quando se serve bem e conquista-se alguém, esse é um dos sentimentos mais puros que poderão ter e mais que tudo sentir.
Vou partir com sentido de dever cumprido (vivi acima da linha) e ainda mais com as minhas condições de vida correspondendo em tudo às minhas melhores expectativas.
Obrigado a todos e obrigado por todos estes anos repleto de sucessos e brilharetes. Encontra no-emos por aí.... :)
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Pensar
Hoje questionei-me várias vezes durante o dia o que é de facto pensar. Uma das primeiras conclusões que tirei foi que todos nós e até mesmo eu temos um comportamento emergente e rápido para dizer que determinada ideia é impossível ou não se consegue simplesmente realizar.
Por outro lado, fiquei deveras contente por concluir que muito recentemente tenho afinado a minha abordagem às ideias que me surgem e um dos comportamentos que tenho por hábito é ouvir mais do que falar (embora fale pelos cotovelos...). Ouvir o dobro do que falamos torna-se regra fundamental e primordial para mudarmos o nosso comportamento e de melhorarmos a nossa abordagem a qualquer tema que seja.
Não é por qualquer razão que os meus superiores gostam mais de ouvir do que falar. E por falar em pensar, sempre fui apologista de que quando consideramos que não conseguimos fazer algo é porque não fazemos e que quando acreditamos em algo conseguimos mesmo esse algo.
Tem de haver portanto um comando interior que nos guie, que nos focalize e indique o caminho a seguir. Falhar é desistir e ainda bem que não me conheço como falhado ou que desista de algo.
Serei claro suis generis pois quando estabeleço os meus objectivos fico cego até atingi-los, embora por vezes nem sempre pelo melhor caminho, mas a forma de resolver esse caminho claro está, é pensado, simplesmente pensando criativamente, claramente e sobretudo abertamente.
Não é nada fácil, é mais simples escrever por estas linhas, e dizer palavras bonitas. Será por isso mesmo que ando à semanas a redbulls e muitas poucas horas dormidas por noite...mas considero no final que se me auto-disciplinar os objectivos vão ser atingidos.
"Você foi escolhido pela sua competência e não pela incompetência...". Palavras sábias de quem de facto acredita em mim.
Assim, uma postura mental e física poderosas serão a receitas das próximas semanas seguidas de listas necessárias a atingir e afinar as minhas abordagens aos objectivos por mim estipulados.
Falta-me somente um ponto: ouvir mais, muito mais, para depois aprender a escutar, esse passo que tão importante é....
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Motivação
Nestes últimos dias, e no sentido de mudar alguns valores e crenças minhas no sentido de evoluir, vi-me obrigado a pensar na motivação. Pensava eu e claramente o faço até muito recentemente, que realmente se podia proceder à motivação clara de alguém, puxando por ela e não abandonando.
Reflectindo e hoje ao fim de um dia de louco, (ando actualmente a auto-disciplinar-me) percebi: como é que podemos querer motivar alguém se esse alguém não se motivar a si próprio?
Não será a motivação um processo intrínseco ao ser humano, e que ele é que decide o que fazer? Positivamente ou negativamente?? Concordo que posso ter alguém chegado a nós que nos incentive e que perto de nós nos incite a projectarmos algo maior.
A verdade é que até podemos projectar, mas se não agirmos de nada nos vale os projectos que temos. A incitação que podemos ter de alguém chegado com um discurso eloquentemente propulsionador, simplesmente nos anima temporariamente para depois chegarmos ao mesmo ponto de onde partimos.
Contudo pude aprender que existe dois fundamentais da motivação inerentes a nós: o medo e o desejo. O medo faz com que erradamente nos fechemos e leva-nos a repetir erros do passado no presente. O desejo conduz-nos como um TGV para o que de maior prazer imaginamos e o sucesso pretendido.
Cada vez mais, faz sentido o "não importa quantas vezes cais, mas onde realmente chegas".
Próximo passo: redefinição de valores e objectivos.
Reflectindo e hoje ao fim de um dia de louco, (ando actualmente a auto-disciplinar-me) percebi: como é que podemos querer motivar alguém se esse alguém não se motivar a si próprio?
Não será a motivação um processo intrínseco ao ser humano, e que ele é que decide o que fazer? Positivamente ou negativamente?? Concordo que posso ter alguém chegado a nós que nos incentive e que perto de nós nos incite a projectarmos algo maior.
A verdade é que até podemos projectar, mas se não agirmos de nada nos vale os projectos que temos. A incitação que podemos ter de alguém chegado com um discurso eloquentemente propulsionador, simplesmente nos anima temporariamente para depois chegarmos ao mesmo ponto de onde partimos.
Contudo pude aprender que existe dois fundamentais da motivação inerentes a nós: o medo e o desejo. O medo faz com que erradamente nos fechemos e leva-nos a repetir erros do passado no presente. O desejo conduz-nos como um TGV para o que de maior prazer imaginamos e o sucesso pretendido.
Cada vez mais, faz sentido o "não importa quantas vezes cais, mas onde realmente chegas".
Próximo passo: redefinição de valores e objectivos.
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